Os interiores carregam os quilómetros com honestidade: a pele estala ao sol do Algarve, os volantes gastam-se até ao liso, os tetos soltam-se com o calor. O nosso lado de estofos reconstrói em vez de disfarçar — bancos cosidos e forrados à mão, volantes devolvidos ao toque de fábrica, e uma resposta direta sobre o que vale restaurar versus substituir.
Falamos português, inglês, russo, ucraniano e espanhol.
O dano pequeno repara-se invisivelmente: um apoio estalado, uma queimadura, uma costura gasta. A recoloração revive pele desbotada — rotulada honestamente como cosmética, porque material envelhecido pode continuar a envelhecer e dizemo-lo antes de começar. O padrão de ouro é forrar de novo: pele nova, cortada e cosida pelos moldes originais ou melhorada à sua medida — e esse trabalho, como a substituição de tetos e o trabalho de painéis, tem garantia. Mudar a cor da pele por completo? Possível, mas na maioria dos casos forrar de novo bate a repintura de peles velhas em qualidade e duração, por dinheiro semelhante.
O volante gasta-se mais depressa do que qualquer banco — zonas lisas, pele brilhante, tinta a descascar nos raios. Reconstruímo-los: novo enchimento onde preciso, forrados a pele ou alcantara, cosidos à mão, raios reacabados. O antes-e-depois de volantes no nosso portfólio é do conteúdo mais visto que publicamos, porque a transformação é total.
O trabalho de estofos começa limpo: extração de bancos e alcatifas, alcantara tratada com o cuidado que exige, ozono quando os cheiros vivem mais fundo do que as superfícies. Os carros voltam secos — com chuva pode sentir-se uma humidade ligeira por um dia, nunca bancos molhados. E onde um interior encharcado ou com bolor precisa de recuperação total, também é um serviço nosso, desde €1.000 conforme a profundidade.